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terça-feira, 31 de maio de 2011

“Pesquisa na Web e Exploração Econômica do Comportamento Privado dos Usuários”

Praticidade e agilidade têm atingido o auge do vocabulário humano. Como é bom saber que a partir de uma palavra e um clique as dúvidas somem e dão lugar a informação e conhecimento. Quem nunca teve uma dúvida, uma pesquisa acadêmica ou uma curiosidade e teve a certeza que encontraria tudo no Google? Realmente ele oferece resultados satisfatórios e quando não oferece resultado nenhum há alguns que se atrevem a dizer “Se não tem no Google, não existe.”

Como a busca é feita por palavras as páginas onde elas estiverem aparecerão para o usuário numa ordem decrescente de relevância ou recomendação, ou seja, a quantidade de vezes que as páginas possuem links em outros sites. Assim, as mais vistas ou as pagas são vistas primeiro e assim por diante.

O que muitos não sabem, é que por trás de toda essa praticidade e agilidade há muito mais que uma simples busca. Trata-se de mais um sistema movido pela publicidade, sem a qual provavelmente não teria alcançado níveis em que hoje se encontra. Há quem concorde que é a maneira mais correta e eficiente, porém são métodos questionáveis. Ao digitar uma palavra-chave no campo de busca são oferecidos ao usuário inúmeros resultados, que na maioria das vezes condizem com o interesse, do próprio, no momento. O que questiono aqui é outra lista de resultados também apresentada: a lista de publicidades. Esta, nem sempre retrata a verdadeira intenção do usuário, mas está sempre presente com grandes propagandas e promoções que chamam atenção, prometem mundos e fundos e transformam a intenção de procura para intenção de compra. O que antes era uma busca por informação, agora é por satisfação de um desejo que nem existe e que possivelmente se tornará numa compra por impulso e num bem supérfluo.

É preciso estar em alerta para não cair nessas “armadilhas virtuais”, que estão sempre prontas para capturar suas presas. Não apenas nós buscamos, também somos procurados. Outro caçador está de olhoo.

(Shemilly Bastos)

segunda-feira, 14 de março de 2011

A Guerra Fria e a Tecnologia da Informação

Terminada a Segunda Guerra Mundial, em 1947 o presidente norte-americano, Harry Truman, em seu discurso afirma que os Estados Unidos estariam ao lado dos países que decidissem resistir às invasões dominadoras. O objetivo de Truman era combater a influência da União Soviética e o comunismo. Confirmando a posição do país, o secretário do Estado, George Marshall, lança o Plano Marshall, que visava investir e recuperar a economia dos países europeus que estavam em crise após a guerra. Em resposta, os soviéticos criaram o Kominform que tinha como objetivo unir os partidos comunistas europeus e afastar a influência dos Estados Unidos sobre os países – cortina de ferro. Dando continuidade à resposta soviética, é criada a Comecon para os países socialistas, com a mesma visão do Plano Marshall. Assim foi oficializada a Guerra Fria.

Marcado seu início em 1947, podem-se citar fatos marcantes, que contribuíram para a construção, destruição, reconstrução de inúmeras nações, entre eles estão: A crise na Grécia, A Revolução Chinesa, A Guerra na Coréia, O Muro de Berlim, O fim da União Soviética e a “Corrida Espacial”. Sobre este último vale lembrar que foi uma disputa tecnológica entre União Soviética e Estados Unidos, onde a potência que demonstrasse maior desenvolvimento seria a capaz de construir mísseis nucleares e manipulá-los a distância. Em 1957 a União Soviética assumiu a frente quando lançou seu primeiro satélite artificial e o primeiro ser vivo ao espaço, a cadela Laika. Foram eles também os primeiros a enviarem um humano ao espaço, o ucraniano Yuri Gagarin, em 1961. Mas, oito anos mais tarde os norte-americanos superaram os feitos soviéticos ao enviar o astronauta Neil Armstrong, que ficou conhecido como o primeiro homem a pisar na Lua.

Por tudo isso, pode-se dizer que o período da Guerra Fria (1947-1991) não foi marcado apenas por revoluções, desavenças, disputa, acordos e medo. É importante lembrar que nesse período surgiram as mais importantes companhias de tecnologia da informação, que contribuíram na época e na construção do mundo globalizado de hoje. Por coincidência, ou não, essas companhias foram geradas em países envolvidos nesta guerra, e isso, para muitos, é sinal de que a Guerra Fria foi a porta de entrada para o que hoje é conhecido como globalização das comunicações. Talvez, se não fosse pela necessidade de segurança de informação na guerra, elas não tivessem se desenvolvido tão rápida e grandiosamente, e ainda estaríamos “engatinhando” no que diz respeito à tecnologia de informação.


quinta-feira, 10 de março de 2011

Apresentação

Publicitário não come, degusta o produto.
Publicitário não cheira, sente a fragrância.
Publicitário não toca, examina o design.
Publicitário não dá a resposta, cria outra pergunta.
Publicitário não conquista, persuade.
Publicitário não tem destino, tem target.
Publicitário não ouve barulho, ouve ruído.
Publicitário não fala, envia mensagem verbal.
Publicitário não procura endereço, procura praça.
Publicitário não escuta, decodifica a mensagem.
Publicitário não tem idéia, tem brainstorm.
Publicitário não recebe resposta, recebe feedback.
Publicitário não tem memória, tem repertório.
Publicitário não lê, decifra o código textual.
Publicitário não pergunta, faz pesquisa.
Publicitário não ouve música, ouve trilha sonora.
Publicitário não tem lista, tem mailing.
Publicitário não copia, se inspira.
Publicitário não vê outdoor, vê mídia exterior.
Publicitário não dirige, faz test-drive.
Publicitário não falece, apenas seu ciclo de vida chegou ao fim.
(Muitos autores)


Essa foi só pra esquentar, pessoal!
Bem, pra quem não me conhece sou Shemilly A. de Bastos, nasci dia 26 de novembro de 1990, solteira, mas não sozinha (namoro há 4 anos e um pouquinho), sou técnico em Publicidade e Propaganda e universitária na mesma área.
Eu viajei em muitas profissões até fazer um teste vocacional e descobri o que era a Publicidade, a partir daí eu amei a profissão e decidi que era isso que eu queria. Mas, como todo publicitário ou futuro publicitário, teve uma época de minha vida que eu pensei "Será que eu vou conseguir um trabalho? Essa parece ser uma profissão tão desgastada na região... Vai ser difícil...", foi aí que eu pensei e decidi fazer outro teste vocacional e adivinhem... deu publicidade.
Com isso eu vi que realmente não tinha pra onde correr e assumi minha posição. Agora estou no 3º período e espero que continue sendo uma experiência inesquecível, conhecendo cada vez mais e melhor minha profissão, além de conhecer meu potencial, saber do que eu sou capaz, poder ajudar pessoas e trazer satisfação àquelas com quem trabalho.

Lá e Cá!
Cor: vermelho
Esporte: futebol
Comida: lasanha
Doce: sempre depois do salgado
Bebida: água
Amor: Gustavo
Amizade: família
Família: minha base
Deus: tudo
Dinheiro: necessário
Brasil: nasci nele
Ator: Wagner Moura
Atriz: Paola Oliveira
Banda/Cantor(a): Aline Barros
Música: Monalisa - Jorge Vercillo
Filme: PS.: Eu te amo
Livro: Bíblia